Imigrantes
digitais X Nativos digitais
Segundo o texto:
“O trabalho do professor e as novas tecnologias”, no qual a
autora Eliane Shlemmmer destaca pontos fundamentais sobre a
tecnologia no nosso cotidiano e principalmente na sala de aula.
Há algumas
décadas nos deparávamos com salas com pouquíssima ou sem nenhuma
tecnologia, e onde termos como mimeógrafo, disquete, cópia carbono
eram comuns, e eram tecnológicos para a época.
Atualmente nos
deparamos com salas altamente tecnológicas, com televisões,
projetores, lousas digitais, as quais muitos imigrantes digitais
(professores) não sabem usá-las ou tem “medo” de apropriar-se
delas para incrementar sua aula.
Os nativos
digitais (alunos) já vêm com uma bagagem tecnológica muito grande,
onde a frase “meche para ver como funciona” é a base para que a
aprendizagem tecnológica muitas vezes aconteça, mas nem sempre foi
assim, quando começaram a surgir a vitrola, a fita cassete a
televisão elas possuíam um custo elevadíssimo para aquisição e
manutenção caso fossem danificadas, por isso a tecnologia era para
o mundo dos adultos, e as crianças se enquadraram na geração do
“não meche que estraga” e por isso não tiveram muito contato
com a mesma.
Muitas dessas
crianças, foram nossos professores ou são, e por isso muitas vezes
tem receio da tecnologia e de usá-la. Até mesmo as escolas possuem
um sistema que exclui o uso de tecnologia nos currículos escolares,
ou a proíbem de certa forma.
Sabe-se que tudo
tem os prós e contras, como o “internêtes”, que muitas vezes
passa a ser utilizado na sala de aula, o que atrapalha muito,
principalmente na escrita a qual sofre sérias modificações pela
constante grafia errada na internet, mas podemos inserir a tecnologia
de uma forma pedagógica a qual possibilite maior aprofundamento em
certos conteúdos, trocas de informações, ou até mesmo pesquisas
para a realização de trabalhos.
Devemos nos
apropriar dela e termos ideias que nos permitam proporcionar a nossos
alunos aulas mais interativas, coloridas, tecnológicas, e fazer com
que eles percebam o lado bom te toda essa geração que tem muita
facilidade de comunicação, transmissão de informações e que
possam fazer bom uso, para engrandecerr seus conhecimentos e
aprofundar mais o que já sabem.
Talissa Frizon
Cremonini


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